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Estratégias ar/combustível
Cinco estratégias de controle da relação ar/combustível no mesmo degrau de carga: quando a chama fica rica e quanto custa a segurança.
Simulador desenvolvido por José Geraldo da Silva Moreira · Laboratório de eficiência energética
Relação ar/combustível: cinco estratégias no mesmo degrau de carga
A demanda sobe de 40% para 85% e depois volta. A malha de ar (ventilador, damper) é mais lenta que a de combustível.
Estratégias no gráfico de λ
Resultado por estratégia
λ mínimo abaixo de 1: chama com falta de ar (CO, fuligem, risco). λ máximo alto: ar frio em excesso. Resposta: tempo para o combustível chegar a 95% da nova carga.
Relação ar/combustível real (λ)
Vazões (% do máximo)
DemandaCombustívelAr ÷ λ de projeto
O que observar
- Paralelo e gás puxa ar: resposta rápida, mas a subida de carga passa por λ < 1. É o “fumaçou na retomada”.
- Ar puxa gás: subida segura e lenta; na descida o ar cai primeiro e a chama pode ficar levemente rica.
- Limites cruzados simples: nunca rica; o preço é excesso de ar transitório na descida.
- Limites cruzados duplos: mantém λ numa banda nos dois sentidos, à custa de uma resposta mais lenta. Banda estreita demais deixa o forno “preso”.
Modelos didáticos e simplificados, com valores ilustrativos de ordem de grandeza. Não devem ser usados para projeto ou decisão operacional sem validação com dados da planta.